Gastronomia

São Paulo substitui Buenos Aires como capital gastronômica ibero-americana

O ministro de Turismo da Argentina, Gustavo Santos, repassou ao secretário-executivo do Ministério do Turismo do Brasil, Alberto Alves, o título de capital gastronômica ibero-americana para São Paulo, que substitui Buenos Aires. Se a capital argentina foi escolhida pela criatividade […]

EFE/CAETANO BARREIRA

O ministro de Turismo da Argentina, Gustavo Santos, repassou ao secretário-executivo do Ministério do Turismo do Brasil, Alberto Alves, o título de capital gastronômica ibero-americana para São Paulo, que substitui Buenos Aires.

Se a capital argentina foi escolhida pela criatividade e qualidade de sua cozinha, São Paulo se destaca por ser um “eixo urbano, cultural e gastronômico”, reunindo todo o que se pode exigir de um lugar em nível global, segundo o presidente da Real Academia de Gastronomia (RAG), Rafael Ansón.

Em uma cerimônia realizada na Feira Internacional de Turismo (Fitur), realizada em Madri, Ansón explicou que a ideia é que seja possível provar receitas de toda região nos restaurantes da cidade.

O objetivo também é que os restaurantes sejam uma “vitrine global”, incorporando produtos de fora do país.

O secretário-executivo do Ministério do Turismo disse à Agência Efe que ter esse título é uma oportunidade muito grande para o Brasil e para São Paulo.

“É a maior metrópole da América Latina e uma das capitais mais populosas do mundo, construída ao longo de muito tempo por brasileiros e estrangeiros, que buscaram nela uma oportunidade de uma nova vida”, ressaltou Alves.

“A população de São Paulo é o resultado da diversidade absoluta, da união de culturas tão diferentes como a italiana, a japonesa, a francesa, a árabe e a própria brasileira”, completou o secretário-executivo, sem diminuir a culinária brasileira que, segundo ele, é muito mais que rodízio, picanha e feijoada.

Alves destacou que São Paulo tem o terceiro melhor restaurante da América Latina, o D.O.M, do chef Alex Atala, e o Maní, de Helena Rizzo, também na lista entre os dez melhores.

Helena Rizzo em seu restaurante Maní, em São Paulo. Foto: Arquivo EFE.

Para o vice-ministro argentino, esse título é um prêmio e um estímulo para que o Brasil continue melhorando sua gastronomia.
A ideia das capitais surgiu há quatro anos como iniciativa das academias gastronômicas de México, Brasil, Argentina, Colômbia, Peru, Chile e Espanha. Também se uniram ao projeto Paraguai, Panamá, República Dominicana, Cuba e Venezuela.

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