TURISMO IBÉRICO

Guia destaca patrimônio arqueológico da Península Ibérica

A ideia para a obra de Luis del Rei Schnitzler surgiu há seis anos, como um passatempo de fim de semana, e que o levou a percorrer mais de 130 mil quilômetros por toda a Península Ibérica.

Extremadura. Foto: Concha Rubio

O “Guia Arqueológico da Península Ibérica” abrange jazidas desde a pré-história até a queda do Império Romano de Ocidente, e destaca o patrimônio arqueológico de Extremadura, na Espanha, e da região na fronteira com Portugal.

Arco de Trajano de Mérida. Foto: Ayto. de Mérida

Arco de Trajano em Mérida. Foto: Ayto. de Mérida

Hobby histórico

A ideia para a obra de Luis del Rei Schnitzler surgiu há seis anos, como um passatempo de fim de semana, e que o levou a percorrer mais de 130 mil quilômetros por toda a Península Ibérica.

“Não sou arqueólogo, mas me encantam as pedras”, reconheceu, e por causa desta paixão visitou mais de 1.200 locais que pouca gente conhece, e que o impressionaram.

Na obra ele descreve desde “os mais conhecidos” da região de Extremadura, como Mérida, Cáceres e Badajoz, e a outros enclaves como o Teatro Romano de Medellín, a cidade romana de Cáparra (em Cáceres), a cúria romana de Talavera a Velha (também em Cáceres) e os destroços do santuário dos Barruecos em Malpartida de Cáceres.

Cáceres, Patrimonio de la Humanidad. Foto: Extremadura Turismo.

Cáceres, Patrimônio da Humanidade. Foto: Extremadura Turismo.

Mas, além disso, há referências a Alange, Baños de Montemayor, Regina, Cancho Roano, Almendralejo, Jerez dos Cabaleros, as pontes romanas de Alcântara, Alconétar e Segura, e as jazidas em torno da Via da prata.

Pela parte portuguesa na fronteira com Extremadura o autor destacou as jazidas e monumentos patrimoniais dos municípios de Marvao, Castelo Branco e Monsantos.

“Se trata de um guia atualizado, muito prático, ameno e visual”, afirmou. O livro possui fichas que localizam, descrevem e dão informação prática sobre os cerca de 1.200 locais arqueológicos referidos: entre jazidas, monumentos e museus, acompanhadas de fotografias.

Parque Nacional de Monfragüe. Foto: Turismo de Extremadura.

Parque Nacional de Monfragüe. Foto: Turismo de Extremadura.

Tudo em um só guia

O guia também inclui recomendações para visitar os locais, glossário de termos, uma linha cronológica e uma extensa bibliografia para ampliar conhecimentos sobre cada lugar.

“Ao visitante do turismo cultural é preciso dar um empurrãozinho e contare com proximidade a história que desses lugares” relata Del Rei.

Cementerio de Montánchez -Cáceres-. Foto. Cedida por Ayto. de Montánchez

Cemitério de Montánchez -Cáceres-. Foto. Cedida por Ayto. de Montánchez

Muitos deles estão no campo, e por isso o guia oferece todo tipo de coordenadas para que o visitante não se perca e possa encontrá-los.

“O que sempre garante o turismo cultural e patrimonial é que vai surpreender” concluiu.

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