TURISMO PELO MUNDO

Dez destinos imperdíveis para viajar em 2018

De quase todos os continentes, dez países chamam a atenção e inspiram os viajantes.

  • SCH02. ISLA DE PASCUA (CHILE), 15/07/2010.- Vista de Moais del Ahu Tongariki hoy, jueves 15 de julio de 2010, en la Isla de Pacua (Chile). Pascua, ubicada en medio del océano Pacífico, a más de 3.700 kilómetros de la costa chilena es uno de los principales destinos turísticos del país debido a su belleza natural y su cultura ancestral de la etnia Rapa Nui, cuyos principales vestigios corresponden a las enormes estatuas de piedra conocidas como Moais. EFE/Ian Salas
  • CHINA RÍO LI:PEK15 YANGSHUO (CHINA) 31/12/08.- Un balsero local batea su balsa en un tramo del río Li a su paso por Yangshuo, al sureste de China, 31 de diciembre de 2008. Yangshuo se encuentra cerca de la localidad de Guilin, que ha sido propuesta para formar parte del Patrimonio de la Humanidad de la UNESCO. Durante miles de años esta zona ha sido un reclamo para artistas y poetas, y posteriormente para turistas. Este área ha permanecido bajo protección especial desde el comienzo de los años 80, pero debido al desarrollo de los últimos años ha sufrido los estragos de la contaminación y de la construcción masiva. A pesar de los millones de turistas que la visitan cada año, esta región es una de las más pobres de China. EFE/Adrian Bradshaw

A lista Best in Travel 2018 de Lonely Planet, maior editora de guias de viagem do mundo, escolheu dez países imperdíveis para visitar este ano. Todos os destinos cumprem uma série de critérios como: celebração de eventos, o que pode gerar novidades para os viajantes, ou ainda, lugares que injustamente não são tão destacados, de acordo com a editora.

Baseado nestas categorias que são analisadas por especialistas em viagem, a lista selecionou dez países, dez cidades e dez regiões para que os viajantes de plantão possam se inspirar.

E para começar o ano, o EFETur replica algumas dicas sobre os dez países escolhidos pela Lonely Planet. Confira:

Chile

A capital chilena, Santiago; a romântica, boêmia e costeira Valparaíso; os vinhedos do Vale Casablanca; a Patagônia ou o deserto do Atacama são algumas das belezas urbanas e naturais do país latino, que conta com vários motivos para encabeçar esta classificação. Além disso, este ano, o Chile celebra 200 anos de sua independência e pode oferecer festas regionais interessantes de vivenciar.

Parque nacional Torres del Paine, Chile. Foto. Elena TorneroParque nacional Torres del Paine, Chile. Foto: Elena Tornero

Entre as dicas destacadas pela Best in Travel 2018 estão um itinerário pelo país andino com algumas experiências diferenciadas, como fazer a rota em W de cinco dias pelo Parque Nacional Torres del Paine,  na Patagônia; visitar a Ilha de Páscoa para ver as impactantes estátuas moai; ou utilizar o “oásis de San Pedro do Atacama como base” para ir visitar vulcões, aos lagos de flamingos e outros locais do “deserto polar mais seco do mundo”.

Coreia do Sul

Altíssimas montanhas,  2.400 quilômetros de costa ou centros urbanos, como Seul e Busan, convivem com a cultura tradicional da Coreia do Sul, “uma maravilha quase desconhecida”, segundo Lonely Planet, que além de um roteiro de viagem de duas semanas, propõe uma série de visitas e atividades no país que será a sede dos Jogos de Inverno 2018.

Sungnyemun Gate, en Seul, Corea del Sur. Foto: EFE/Jeon Heon-Kyun.Sungnyemun Gate, em Seul. Foto: EFE/Jeon Heon-Kyun.

Por exemplo, “passear por um bairro hanok”, uma aldeia tradicional coreana com uma longa história localizada entre os palácios Gyeongbokgung, Changdokkgung e o santuário real de Jongmyo, para degustar gastronomia regional como bibimbap, tortinhas de marisco, acompanhadas com o vinho branco de arroz makgeollí.

Portugal

O guia de viagem Best in Travel 2018 classificou Portugal como um país que “fugiu a sombra de seu vizinho, Espanha, e concentra os holofotes como um centro dinâmico de arte, cultura e gastronomia “.  Outros destaques são: acessibilidade aos tesouros naturais, tradições seculares e paixão pela vanguarda.

O roteiro proposto pelo guia começa no Porto, segue por Lisboa e faz uma parada em Évora, antes de chegar ao Algarve e finalizar o passeio na cidadela histórica de Sagres.

Vista de Lisboa. EFE/Manuel De Almeida.Vista de Lisboa. EFE/Manuel De Almeida.

Segundo a Lonely Planet, é indispensável visitar as vinícolas do vale do Douro, “a região de vinhos mais antiga do mundo”, além de passear pelos bosques e castelos de Sintra.

Djibouti

Este pequeno país de pouco menos de um milhão de habitantes, na região nordeste da África, por um lado tem vista para o oceano e, do outro, tem uma fronteira com a Eritreia, Etiópia e Somália. O atrativo mais impressionante é a natureza, porque “está em processo de fissura devido à três placas tectônicas divergentes”. Daí as paisagens de seus desertos, liberando vapor e brilho que os grandes cristais de sal fornecem nas margens de seus lagos profundos.

Un mercado de Yibuti. Foto: EFE/Mazen Mahdi.Mercado de Djibouti. Foto: EFE/Mazen Mahdi.

Os incríveis fundos marítimos, como o da baía de Ghoubbet, mergulhar entre os tubarões-baleia. Uma das rotas propostas indica começar pela capital, viajar até a paisagem extraterrestre do lago Abbé e, em seguida, ir até as margens cristalinas do Lago Assal, e, então, ir até a baía de Ghoubbet para terminar com uma passagem pelo maciço de Goda.

Nova Zelândia

Em 2018, inaugura-se o Pike29 Memorial Track, uma nova Great Walk, a primeira a se juntar a esta rede de rotas, as Greats Walks, que durante décadas levaram os viajantes “para algumas das áreas selvagens mais extraordinárias do planeta” .

Sua proximidade com o Anel de Fogo do Pacífico faz da Nova Zelândia um destino mais do que especial. “É um lugar rápido, onde você pode viver as melhores aventuras ao seu próprio ritmo”, como menciona a Best in Travel 2018.

Montañas cubertas de nieve en el parque nacional de Tongariro, en Nueva Zelanda. Foto: EFE/Kim Ludbrook.Montanhas cobertas de neve no Parque Nacional de Tongariro, na Nueva Zelanda. Foto: EFE/Kim Ludbrook.

Desfrutar do ambiente urbano de Auckland; o bairro borbulhante do sulfuroso Rotorua; Nelson; Wellington; dirigir pela Rota 6 e atravessar o Parque Nacional Aorakil Mount Cook para terminar em Queenstown é o itinerário proposto pelo Lonely Planet.

Entre as experiências essenciais está a nova Great Walk, bem como a viagem de canoa pela rota fluvial ao longo do rio Whanganui, ou ver “o pôr do sol sobre o lago Waikaremoana”.

Malta

A capital maltesa, Valletta, está pronta para começar em 2018, onde reinará como a Capital Europeia da Cultura. Uma razão para adicionar Malta aos destinos especiais para 2018.

O arquipélago é um cofre cheio de tesouros, produto de uma longa história acompanhada pelo mar Mediterrâneo e pelo sol de seu clima privilegiado.

Imagen de la isla de Gozo con la iglesia Ta' Pinu al fondo. Foto: Efetur/Cedida por Turismo de Malta.Imagem da Ilha do Gozo. Foto: Efetur/Cedida por Turismo de Malta.

Uma viagem de uma semana a Malta, deve ser, de acordo com o Best in Travel 2018, com alguns dias em Valletta; uma visita ao Hypogeum (estrutura subterrânea de cerca de 5.000 anos); Viagem de barco para a Gruta Azul; um tempo para praia em Golden Bay, por exemplo, e visita nas cidades de Mdina e Rabat, finalizando o roteiro na Ilha Gozo.

Georgia

Em 1918, há 100 anos, esse país caucasiano tornou-se independente da Rússia. Sua longa história e seu território espetacular, “o valor econômico surpreendente” e que os cidadãos de vários países “podem visitar a Geórgia sem um visto por um ano inteiro” são as outras atrações que tornam este lugar digno de ocupar o cargo número 7 neste ranking.

La ciudad de Mtsjeta, en Georgia, declarada Patrimonio de la Humanidad. Foto: EFE/Misha Vignanski. Vista da cidade de Mtsjeta, em Georgia, declarada Patrimônio da Humanidade. Foto: EFE/Misha Vignanski.

O viajante vai descobrindo em sua jornada “igrejas ortodoxas no topo de montanhas altas, mosteiros medievais cercados por vales verdes e cidades escavadas em penhascos”, resume Lonely Planet.

Essencial na Geórgia são os 15 mosteiros escavados nas encostas das cavernas de Davit Gareja, na fronteira com o Azerbaijão. Há também a cidade medieval de Vardzia e Kazbegi, uma aldeia que é o ponto de partida para excursões pelo Alto Cáucaso.

 

Ilhas Maurício

Impossível falar sobre a ilha sem cair nos clichês. É um ambiente idílico, com águas safira. É um caldeirão de culturas (há um passado europeu, seus habitantes são africanos, sua vasta colônia tem origem indiana) e seus recifes de corais são um paraíso para mergulho e snorkel.

Playa en Isla Mauricio. Foto: Efetur/Beatriz Mapelli.Final de tarde em uma das praias das Ilhas Maurício. Foto: Efetur/Beatriz Mapelli.

Este ano, o local comemora o 50º aniversário de sua independência, mais uma razão para visitá-lo, além disso, oferece os melhores resorts e outras paisagens longe da praia que valem a pena, como o Parque Nacional das Gargantas do Rio Negro e as Terras das Sete Cores ou as zonas arborizadas e as plantações de cana.

 

Nas dicas propostas pela Lonely Planet, também há a Grand Baie; o côte souvage, a aldeia de Chamaret (entrada para o mencionado Parque Nacional) e a arborizada Île aux Aigrettes.

China

É muito complicado resumir em alguns parágrafos os motivos pelos quais se deve visita este país enorme, mas um deles é, sem dúvida, seu recente compromisso com a modernidade e a tecnologia.

De acordo com Lonely Planet, o ideal é passar um mês no país, começando pela capital, Pequim, com visitas ao Palácio de Verão e à Cidade Proibida e uma excursão à Grande Muralha.

La Gran Muralla, uno de los mayores atractivos de China. Foto: EFE/How Hwee Young.Imagem da Grande Muralha da China, um dos maiores atrativos do país. Foto: EFE/How Hwee Young.

Uma viagem de trem bala para chegar a Xian pode ser uma experiência única. O roteiro da editora também indica visitar Xangai, um dos melhores exemplos de modernidade do país, além de aproveitar as vistas do ponto mais alto do mundo e as pitorescas áreas rurais de Yuanyang e suas plantações de arroz. Para terminar, se encantar por Hong Kong.

África do Sul

A fauna selvagem, as praias e também as montanhas protagonizam a paisagem da África do Sul, também lembrada por Nelson Mandela, cujo centenário é celebrado em 2018 com um programa especial de eventos que serão atrativos aos visitantes.

Pico Chapman, en el parque nacional Montaña de la Mesa, en Cuidad del Cabo (Sudáfrica). Foto: EFE/Nic Bothma.Pico Chapman, na Cidade do Cabo. Foto: EFE/Nic Bothma.

É impressionante, segundo a Lonely Planet, fazer um safári fotográfico pelo Parque Nacional Kruger; visite a remota Costa Selvagem e mergulhe no passado deste país no Museu do Apartheid, em Joanesburgo, e na Ilha Robben, onde Mandela passou a maior parte do tempo na prisão.

No itinerário de 15 dias proposto pelo Best in Travel 2018, além da Cidade do Cabo, inclui-se no passeio Hermanus para ver as baleias.

Importante não esquecer do parque Ukhahlamba-Drakensberg; nadar com tubarões no Protea Banks e visitar Joanesburgo. Sem esquecer, é claro, o Parque Nacional Kruger.

 

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